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Intercâmbio de inglês na África do Sul

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Olá galera, é a Jessica Bonillo novamente trazendo dicas do nosso intercâmbio de inglês na África do Sul, no qual vou contar mais sobre como foi minha experiência de intercâmbio em Cape Town.

Vamos falar sobre como meu inglês foi evoluindo no decorrer dos dias da minha viagem para a África do Sul, as dificuldades que tive (principalmente no começo) e benefícios que encontrei após a realização do intercâmbio.

Também vamos trazer algumas informações sobre as principais escolas para aprender inglês na capital sul-africana, o que cada uma oferece de diferencial e se você pode encontrar ou não brasileiros nessas escolas.

Minhas dificuldades antes da viagem

Antes do intercâmbio, minhas tentativas de estudo da língua inglesa no Brasil não tinham sido bem-sucedidas. Cheguei em Cape Town com um nível quase zero de inglês.

Na época da faculdade em São Paulo, eu tentei fazer o curso em uma dessas escolas de idiomas bem populares, como Wizard, Fisk, CCAA, CNA, Wise Up, Yázigi, entre tantas outras.

Depois de poucas semanas de curso de inglês no Brasil, aceitei que não conseguiria conciliar o trabalho de segunda a sexta, faculdade de segunda a sábado (eu tinha aula na faculdade todo santo sábado) e curso de inglês uma vez por semana.

Depois de alguns anos, comecei a estudar inglês com um professor particular, mas eu não me sentia motivada, não conseguia ver evolução, achava simplesmente chato.

Eu também carregava comigo um certo bloqueio com a língua. Acreditava que eu “precisava” do inglês para evoluir na carreira profissional, porém, a maioria das empresas que desejavam profissionais com inglês avançado raramente utilizavam a língua no dia-a-dia.

“Nunca concordei com essa discrepância do mercado de trabalho e acabei criando uma “trava” com o inglês.”

>> Leia também: 8 dicas práticas para viajar para Cape Town

Como foi nossa experiência no intercâmbio de inglês na África do Sul!
Como foi nossa experiência no intercâmbio de inglês na África do Sul!

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Medos e receios para a viagem

Durante o planejamento da viagem de intercâmbio para Cape Town, com um receio enorme de passar dificuldades lá na África do Sul, principalmente por estar totalmente sozinha e com conhecimento praticamente zero da língua.

Foi então que instalei o Duolingo (aplicativo para aprendizado de idiomas) e, até então, foi a forma mais leve que encontrei para estudar. Muitas pessoas também utilizam ferramentas online como English Live e Babbel.

Comecei a quebrar o muro que eu mesma tinha construído em relação ao inglês ressignificando o objetivo para aprender.

Deixei de atrelar a necessidade de aprender inglês ao aspecto profissional e passei a pensar no quanto falar a língua me possibilitaria conhecer novas pessoas, culturas e, obviamente, no quanto a comunicação seria facilitada durante as viagens que ainda farei na vida.

“Bingo! Esse foi o caminho! E tudo começou a se tornar mais fácil em seguida para o intercâmbio de inglês na África do Sul!”

>> Leia também: As belezas naturais da África do Sul

Escolas de inglês na África do Sul

Existem diversas opções de escolas de idioma na Cidade do Cabo, cada uma com suas características, localização e com algumas opções de carga horária também.

Vamos falar agora de algumas das principais escolas de idioma para ajudar você na escolha de uma melhor escola para atender as suas necessidades.

Good Hope Studies

Eu estudei na Good Hope Studies que tem duas unidades, uma no centro de Cape Town e outra em Newlands que é bem mais afastada, onde os alunos normalmente estudam e moram no mesmo local. Escolhi a unidade do centro por ficar mais perto de outras atrações que eu gostaria de aproveitar.

Para adiantar, minha opinião sobre a Good Hope Studies: excelente! Gostei muito do método que utilizam, do profissionalismo dos professores, da didática, tudo.

A GHS tem alguns planos de carga horária:

  • 16 aulas por semana
  • 20 aulas por semana
  • 25 aulas por semana
  • 30 aulas por semana

Cada aula tem 50 minutos e o plano mais comum é o de 20 aulas semanais onde você frequenta a escola de segunda a sexta pelas manhãs.

A partir de 25 aulas de inglês por semana, você também frequenta a escola a tarde, ou seja, preenche praticamente todo o dia com os estudos.

A maioria das pessoas que conheci estudavam praticamente o dia todo e se arrependeram de fechar esse tipo de pacote, já que a cidade tem muitas atrações para se conhecer e resta pouco tempo para aproveitá-las.

Como eu passaria 6 meses na cidade e também por uma questão de valor do curso, optei pela carga de 16 aulas semanais, então, eu fazia o curso de segunda a quinta-feira, uma ótima escolha!

Durante o tempo que morei lá conheci várias pessoas de outras escolas, ouvi diversas opiniões e também frequentei festas de outras turmas, o que possibilitou que eu sentisse um pouquinho do clima de outros lugares para estudar lá.

Escola Good Hope Studies em Cape Town
Escola Good Hope Studies em Cape Town

International House (IH)

Uma escola muito conhecida em Cape Town é a International House (IH) que fica em Sea Point.

Ela é extremamente bem localizada e tem uma estrutura física bacana, com um rooftop onde acontecem as festas para alunos e convidados. Enquanto estive lá, o que notei é que a IH é uma das escolas mais escolhidas por brasileiros.

Claro que sua evolução no idioma inglês vai depender muito de você, das suas escolhas e dedicação, porém, na minha opinião e por experiência própria, quanto mais você conviver com pessoas de outras nacionalidades, mais rápido seu inglês avança.

Na GHS eu também conheci muitos brasileiros, especialmente em dezembro, época em que a cidade fica mais cheia e que normalmente é período de férias para muita gente no Brasil, mas em outros meses, estive em salas onde eu era a única brasileira.

Algo que achei muito interessante na dinâmica de curso da IH, e que as pessoas que convivi que estudavam lá me descreveram, é que parte das aulas é dedicada especialmente a alguma habilidade que você deseja melhorar.

Se as pessoas tinham dificuldades com escrita no inglês, os professores passavam exercícios específicos para isso. Se as pessoas tinham dificuldades com a dicção ou oratória no inglês, outros exercícios eram passados para aprimorar esses conceitos.

“Achei sensacional esse direcionamento ao que o aluno mais precisa e não ficar preso somente ao plano de aula.”

Leia também: Bares e baladas na África do Sul

Escola IH International House em Cape Town
Escola IH International House em Cape Town

EC English

Outra escola de idiomas bem popular em Cape Town é a EC English que possui unidades em diversos lugares do mundo.

Conheci algumas pessoas que estudaram lá e também estavam gostando bastante da escolha, porém não tenho maiores informações para trazer aqui no blog.

Cape Studies

Através de amigos, conheci também a Cape Studies, que durante minha pesquisa prévia, ainda no Brasil, não havia aparecido em nenhum momento.

A Cape Studies fica em Green Point e é uma escola menor, com possibilidade de residência para alunos no mesmo local onde as aulas são realizadas.

Não tive muita informação sobre a dinâmica das aulas e a qualidade do curso, mas sobre as festas, sim.

Passei a frequentar a escola com meus amigos árabes que estudavam lá, mas nunca para estudar, sempre para os momentos de diversão que foram maravilhosos, por sinal.

A partir dos contatos que fiz, do que pude observar, a Cape Studies foi a escola que tinha a menor quantidade de brasileiros, proporcionalmente. Lá a predominância era árabe e alemã.

>> Leia também: 13 opções de festas, bares e baladas em Cape Town

Escola Cape Studies em Cape Town
Escola Cape Studies em Cape Town

A primeira experiência com a escola

Comecei as aulas de inglês logo no dia seguinte ao desembarque e, ao chegar na escola para iniciar o curso, é de praxe que você faça um teste para saber em qual nível você vai começar a estudar.

Caí no “Elementary”, um nível após o “Beginner”, primeiro nível de aprendizado da língua.

“Já fiquei tensa porque para mim, eu deveria começar do zero mesmo, mas encarei.”

Depois de um tempo entendi que o primeiro level do inglês é para as pessoas que não tiveram contato algum com o inglês mesmo, números, cores, palavras básicas.

Primeiro dia de aula eu sabia que estaria perdida e, em minha turma, os outros alunos já estavam estudando há algumas semanas, mas estávamos na mesma sala porque isso é comum, os cursos são por ciclos.

Na minha sala havia um brasileiro e todos os outros alunos eram árabes. Ao final do dia, eu me aproximei do brasileiro, pedi desculpas por falar em português, e pedi ajuda para comprar um chip de celular.

Ele, aparentemente solícito, me passou as seguintes informações: desce o elevador, vira à direita, sobe a rua, encontra umas escadas, vira à esquerda e depois de andar mais um pouco, você vai encontrar várias lojas e uma delas é a operadora de celular.

“Meu Deus! Eu nunca tinha andado em Cape Town, estava com medo, não sabia me comunicar em inglês caso me perdesse e estava sem internet no celular para pesquisar durante o caminho. Ou seja, desespero!”

Quando veio a vontade de chorar porque o brasileiro não se ofereceu para me mostrar o lugar e eu não sabia o que faria, ainda dentro da escola, apareceu um saudita que, mesmo sem falar português, percebeu que eu estava precisando de ajuda.

Com palavras soltas, sem dizer uma frase inteira, consegui dizer que precisava de chip para celular. Ele se ofereceu para ir comigo. Mesmo com medo, aceitei. Ali acontecia o fato decisivo para minha evolução no inglês na África do Sul.

Fomos até a loja, ele que falou com a atendente, precisava de passaporte, eu não estava com o meu na hora e, mesmo assim, consegui comprar o chip com internet, graças a ele.

Depois fomos almoçar e eu só conseguia dizer “thank you” e “I’m sorry” por não conseguir me comunicar e lembro de entender ele dizendo “todos nós estamos estudando, não tem problema”. Gratidão!

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Reconhecimento de suas limitações

Após a primeira experiência não tão positiva com um brasileiro e ajuda essencial da pessoa que depois se tornaria meu grande amigo, logo de cara, a minha turma era com os árabes!

Nós saíamos diversas vezes na semana, eles me corrigiam sempre quando falava algo errado e esse meu primeiro amigo foi meu “auto-complete” quando eu não sabia quais palavras usar.

Todos eles estavam em níveis acima do meu nos cursos e, sem dúvidas, essa minha turma foi a grande responsável por fazer meu inglês alavancar. Quando não estávamos juntos, eles me ligavam, ou seja, eles me forçavam a falar de qualquer jeito.

Na escola de ensino, em muitos dias eu me senti incapaz. Ficava desesperada por não conseguir entender e nem conseguir perguntar, pois não sabia formular uma frase completa.

Cheguei a sair chorando após o término de um dia de aula e me questionei em inúmeros momentos por que eu estava fazendo aquilo, por que eu não tinha ficado no Brasil, continuado em meu emprego “estável” que pedi demissão, ter tentado estudar em meu país mesmo.

“Ser a pior em alguma coisa que me propus a fazer definitivamente não era uma posição conhecida para mim, já que eu sempre tive destaque na minha vida acadêmica e profissional.”

Lá, além de tudo, foi um exercício de humildade constante. Eu tinha que aceitar que, naquele momento, eu era sim a pior da sala, no auge dos meus 31 anos e que “tudo bem”, eu estava lá para aprender.

Ao mesmo tempo que esses sentimentos de tristeza e raiva apareciam, eu simplesmente não considerava outra possibilidade a não ser aprender o inglês, meter a cara nos estudos! E assim foi!

A evolução do inglês no intercâmbio

Quando percebi, após 3 semanas depois do desembarque em Cape Town, eu já estava me comunicando de forma compreensível, com muitos erros e vocabulário bem limitado, mas conseguia.

Já estava até ligando para o motorista do Uber para perguntar se ele ia demorar. Vitória!

Subi de nível rapidamente no curso e não tinha mais receio de falar com ninguém. Quando não entendia, perguntava, se não sabia uma palavra, descrevia de outra forma até ser compreendida.

O uso do tradutor foi se tornando cada vez menos frequente. Conheci mais pessoas, fiz mais amizades que falavam em inglês e sentia que o envolvimento social era tão ou mais importante que o próprio curso.

Essa era a enorme diferença entre fazer um curso de inglês no Brasil ou fazer um curso de inglês fora do país.

Conquistas do intercâmbio de inglês na África do Sul

Entre as conquistas, ao longo dos seis meses que morei em Cape Town, estiveram:

  • Assistir um filme no cinema e entender
  • Acompanhar um stand-up comedy e dar risada
  • Conseguir ter conversas mais profundas a respeito da vida com pessoas que tinham o inglês como língua nativa
  • Fazer leitura de produtos nas gôndolas dos supermercados ou farmácias
  • Entre muitas outras situações.

Por uma obra linda do destino, em minha última semana de aula, já extremamente confortável e levels acima, quem voltou a me dar aula foi a minha primeira professora.

Normalmente você troca bastante de professor ao longo do curso e, justamente, quando estava me despedindo daquilo tudo, ela contou para a classe como foi meu início lá, seis meses antes.

Falou sobre as minhas dificuldades, de como eu estava perdida e que, estava lá, conversando, após uma bonita evolução, com inglês avançado. Chorei, claro!

>> Leia também: Como é o réveillon na África do Sul

Finalizando

Tudo, absolutamente tudo, valeu a pena no intercâmbio de inglês na África do Sul. Pela experiência, pelas conquistas, por agir com coragem, por conhecer pessoas incríveis, por viver em um país tão maravilhoso como é a África do Sul e que poucos conhecem ou julgam sem conhecer!

Espero que esse texto ajude muito você a se inspirar, criar coragem, meter a cara mesmo, sair da zona de conforto e voltar absolutamente renovado! Eu consegui e você também consegue!

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Agora queremos ouvir a sua opinião. Você tem planos de fazer intercâmbio de inglês na África do Sul? Quais seriam os seus grandes motivadores? Deixe abaixo o seu comentário!

Abraço e até o próximo post!

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