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Nossa visita ao Museu Oscar Niemeyer

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Olá pessoal, aqui é a Grace novamente, no qual hoje vou falar sobre o Museu Oscar Niemeyer de Curitiba.

Para trazer um texto bem pessoal, resolvi fazer uma visita com a companhia da minha sobrinha, e assim aproveitar ao máximo a experiência, já que o Museu Oscar Niemeyer também oferece algumas atividades gratuitas para crianças.

Vamos falar sobre os critérios de segurança para entrada no museu, sobre a oficina infantil, sobre as exposições e muitas outras dicas para você aproveitar tanto quanto nós aproveitamos.

Sobre o Museu Oscar Niemeyer

O Museu Oscar Niemeyer é um museu de artes localizado em Curitiba também conhecido como MON (abreviação do seu nome) ou então Museu do Olho (pelo seu formato).

Ele foi projetado por Oscar Niemeyer, em 1967, e inaugurado somente no ano de 2002, sendo que é formado por um complexo de 2 prédios.

Antes de visitar o Museu Oscar Niemeyer, minha dica é ficar de olho na agenda no site oficial, pois além de saber sobre as exposições, você tem acesso também às próximas oficinas gratuitas, eventos e visitas mediadas que acontecem.

O museu ainda oferece opção de colônia de férias (para quem deseja visitar mais vezes) e a Noite no MON (para quem quer literalmente passar uma noite no museu)!

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Como foi nossa visita no MON

Foi a partir da agenda do site do MON que escolhemos o dia da nossa visita. Descobrimos que haveria uma ação educativa especial para crianças. A primeira coisa que pensei foi em levar minha sobrinha comigo, já que ela adora passear.

Logicamente o tempo foi pouco para participar da oficina e ainda percorrer os 17 mil metros de áreas de exposição do museu.

O Museu Oscar Niemeyer é dividido em 12 salas, sendo que existem aproximadamente mais de 7 mil obras localizadas nas áreas de artes visuais, arquitetura e design.

“Aproveitamos ao máximo as horas que estivemos lá e foi um dia perfeito, pois além da oportunidade de participar da oficina, era o dia da entrada gratuita e de uma visita mediada em uma das exposições.”

No site também é possível conferir os dias em que a entrada no museu é gratuita (normalmente nas quartas) ou os dias que o museu tem horários especiais de atendimento.

Mesmo sendo a visita gratuita ao Museu Oscar Niemeyer, você precisa passar na bilheteria para retirar o seu ingresso.

O museu fica aberto de terça a domingo, das 10 h às 18 h, sendo que o limite para a venda de ingressos e acesso às salas de exposição é até 17h30. O preço dos ingressos é de R$ 20,00 (inteira) e R$ 10,00 (meia).

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Como chegar até o Museu Oscar Niemeyer

Como é uma visita ao Museu Oscar Niemeyer
Como é uma visita ao Museu Oscar Niemeyer

COMPARADOR DE SEGURO DE VIAGEM

O Museu Oscar Niemeyer fica localizado na Rua Marechal Hermes, 999, no Centro Cívico de Curitiba.

Caso você tenha optado por fazer o city tour por Curitiba com o ônibus da Linha Turismo, saiba que ele tem uma parada no MON.

Você também pode facilmente chegar com transporte público, já que existem paradas de ônibus bem em frente ao museu.

Dependendo de qual for o seu hotel em Curitiba, o ônibus de linha tradicional acaba sendo uma boa opção para chegar até o MON e de quebra experimentar um dos transportes públicos mais bem falados do Brasil.

Você pode utilizar serviços de mapas e GPS e traçar a sua própria rota até o museu, no qual vai aparecer a opção de rota com o transporte público dizendo qual ônibus deve pegar, os horários de embarque próximos a você e onde deve desembarcar.

“Eu considero essa uma ótima forma de chegar aos mais diversos lugares aqui na cidade, além de você acompanhar em tempo real o trajeto do ônibus.”

A dica dos mapas vale também para trajetos feitos com carro próprio, com táxi ou com transporte por aplicativos, como o Uber.

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Loja de lembranças do museu

Ao lado da bilheteria do Museu Oscar Niemeyer, você encontra uma loja de lembranças, com muitas coisas legais e a dica é comprar as lembranças que não vão pesar para carregar logo no começo.

Isso porque muito provavelmente você não vai passar por perto da bilheteria na hora de ir embora, já que a maioria dos visitantes costuma utilizar a saída que fica no famoso “olho”.

Nós retiramos o nosso ingresso, olhamos as lembranças da lojinha e ficamos encantadas com os itens de capivara. Sério, tinham muitos artefatos fofos, e a capivara é o nosso querido “hamster gigante de Curitiba”. Você vai ver vários deles espalhados pela cidade, próximos aos rios e parques.

Só não tente fazer carinho, pois por mais acostumadas com as pessoas que elas possam ser, como aquelas encontradas no Parque Barigui, elas não costumam ser muito amigas dos humanos.

O café do MON também fica anexo à bilheteria e, para os amantes de café, vale tomar um expresso antes de se dirigir à entrada com seu ingresso.

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A entrada no museu

Depois da loja de lembranças, seguimos para a entrada no Museu Oscar Niemeyer. A entrada é um lugar que geralmente tem fila, especialmente no dia de entrada gratuita, o que pode demorar de 15 a 30 minutos.

A demora acontece porque é obrigatório passar por um detector de metais e os seguranças olharem as bolsas. As normas do museu não permitem a entrada com líquidos ou comida.

Bolsas grandes também não são autorizadas. Se acaso você for barrado, existe um guarda-volumes onde você pode deixar os seus pertences. É um armário onde você mesmo tranca o armário e fica com a chave.

“Fato é que existem obras dentro do museu de valor inestimável e por isso se fazem necessários tais procedimentos de segurança, ainda mais que o mercado negro de artes continua ainda existindo nos dias de hoje.”

Por falar em normas, não é permitido tocar nas obras, já que nossas mãos contêm gorduras e outras substâncias que podem causar dano aos materiais utilizados.

Assim, fique de olho na identificação de cada obra para saber se alguma é interativa e pode (ou deve) ser tocada.

Também não é permitido filmar ou tirar fotos com flash, pois ele pode oxidar alguns materiais.

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Oficina para as crianças

Depois de entrarmos no museu, fomos ao balcão de informações onde pegamos os programas do museu e folhetos das exposições. Lá também aproveitamos para perguntar o local da oficina para as crianças.

Fomos orientadas a seguir para o subsolo, que é onde as ações educativas acontecem, no qual diversos monitores identificados ficam à disposição para orientar nas atividades.

A atividade da vez era uma oficina de Pião chamada Gira Cor, pois se tratava de, além de produzir o brinquedo, compreender que no giro do pião as cores se misturam, formando assim outras cores.

Atenciosos e pacientes com as crianças e pais presentes no local, os monitores explicam a cada um que chega sobre a proposta da oficina e os materiais.

A oficina com pião no MON funcionou da seguinte forma: A criança pegava o material com os monitores, ouvia as orientações e depois se dirigia para uma das mesas para fazer a decoração de seu pião.

Para finalizar, ela levava seu pião decorado novamente para os monitores que faziam o furo e colocavam o palito.

Minha sobrinha Mel se divertiu muito ali! E eu também, é claro, já que aproveitei para ser criança e também criei os meus próprios piões!

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Oficina do Museu Oscar Niemeyer
Oficina do Museu Oscar Niemeyer

Subsolo do Museu Oscar Niemeyer

Depois da oficina, aproveitamos para ver o que mais havia no subsolo do museu. Ali ficam também as salas administrativas do museu e o setor da reserva técnica, onde ficam acomodadas as obras do acervo quando não estão expostas.

No subsolo também você pode ver o Espaço Niemeyer, tem um grande painel com um pouco da história do famoso arquiteto que dá nome ao museu.

É uma exposição permanente onde estão expostos projetos, fotos e maquetes de suas obras. Lembrando que o MON é um museu focado em arquitetura, arte moderna e design.

É pelo subsolo que temos acesso ao pátio das esculturas com lindas obras de diversos artistas em exposição permanente também.

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Mini auditório

No subsolo tem ainda o mini auditório do Museu Oscar Niemeyer, com poltronas de cinema, e nos chamou a atenção que havia a exibição de uma vídeo-obra muito interessante.

Não sei se você chegou a ver um programa de TV dos anos 90, chamado Rá-Tim-Bum. Eu ficava vidrada naquela abertura do programa, pois tinha uma engenhosa máquina que provava a teoria de que toda ação provoca uma reação.

Minha sobrinha de oito anos, obviamente nunca tinha visto aquela abertura, então, quando sentamos no “mini cinema” e começamos a ver na tela uma “máquina sem fim” ela ficou vidrada, já que era uma sucessão de acontecimentos.

Primeiro uma garrafa que derramava líquido em uma bacia, que fazia uma cadeira cair sobre uma gangorra, que fazia uma lata girar para baixo, batendo em outra coisa que enchia um balão, que acionava um botão, que acendia uma vela, e assim cada coisa provocava uma reação.

Tive a impressão que o vídeo jamais teria fim quando percebi que já haviam se passado dez minutos e nós estávamos vidradas na tela esperando para ver o que iria acontecer em seguida.

“Ficamos muito curiosas para saber quem era a mente criativa que havia pensado em tudo aquilo, e ainda feito funcionar de forma perfeita!”

Infelizmente a obra não estava identificada, mas entrei em contato com o museu e descobri que se trata do curta metragem “The Way Things Go” dos artistas da Suíça chamados Peter Fishchli e David Weiss. Para quem ficou curioso, partes do vídeo estão disponíveis no Youtube.

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Mini auditório do Museu Oscar Niemeyer
Mini auditório do Museu Oscar Niemeyer

Exposições do Museu Oscar Niemeyer

Seguimos para a Sala 11, que também fica no subsolo, onde havia uma exposição da Bienal de Curitiba, com algumas obras interativas e fones de ouvido que propunham algum tipo de interação com as obras e o ambiente. Fantástico!

Não vou focar muito nas exposições que estão de passagem como essas da Bienal de Curitiba, mas preciso pelo menos citar tudo o que vimos!

Passamos pelo continente africano na exposição “África, Mãe de Todos Nós” no hall do térreo e passamos pelo continente asiático na exposição “Ásia: a terra, os homens, os deuses” no primeiro piso.

Ao todo visitamos a maioria das 9 salas onde tinham exposições da Bienal do artista Christian Cravo e a exposição de longa duração “Luz = Matéria” que combina obras do acervo do museu.

Foi na Exposição “Luz = Matéria” que participamos da visita mediada. Confesso que já tinha ido diversas vezes ao Museu Oscar Niemeyer, porém nunca tinha participado de uma visita mediada.

“Sempre pensei que fosse chata e não teria a liberdade de ver o que gostaria. Porém eu fui surpreendida! Vale muito a pena ficar de olho na programação e aproveitar uma visita como essa, é muito rica!”

Aprendemos desde o que significa quando alguém diz “obras do acervo do museu” até como e onde as obras são guardadas quando não estão em exposição, e ainda o que é um “curador” e o que ele faz.

São palavras e expressões do dia-a-dia de quem trabalha com arte, mas para o público em geral (no qual me incluo, claro) é muito importante essa descoberta.

Passamos a compreender melhor a arte depois de uma visita como essa. Aprendemos, por exemplo que atrás das obras também há muita informação, como por exemplo, de que lado um quadro de pintura abstrata deve ser posicionado quando colocado na parede.

Aprendemos sobre os diversos materiais que podem ser usados na produção de obras de arte. Vimos obras feitas com madeira, com serragem, com papel de bala e até mesmo com sujeira! Sim, é impressionante como até mesmo nossos rastros podem se tornar lindas obras de arte, como as do artista brasileiro Daniel Senise (me impressionou, vale conferir!).

“Fica a dica para participar de uma visita mediada. Não vou contar todos os detalhes para que você mesmo possa ter esta experiência única!”

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Saída do museu

Após finalizar seu passeio, para sair do museu existem duas formas. No hall do térreo ou através do Olho, a torre anexa de 30 metros de altura, acessada através de túneis pelo subsolo.

Não sei se você sabe, mas na verdade esta estrutura não era para representar de fato um olho, era sim inspirado no formato de uma pinha.

Mesmo assim, a ideia do olho “pegou” e hoje o Museu Oscar Niemeyer é carinhosamente chamado de Museu do Olho.

Na torre também acontecem exposições e desta vez o espaço era da Bienal de Curitiba.

Parque do Museu Oscar Niemeyer

Caso ainda tenha disposição após percorrer todos os espaços do museu, você ainda pode visitar o ParCão, que fica atrás do museu, e que também tem algumas esculturas nele.

É um espaço grande de gramado para famílias e seus cães e por isso foi apelidado carinhosamente de ParCão.

Eu e minha sobrinha Mel decidimos voltar direto para casa, pois ainda havia muitos passeios para fazermos em Curitiba durante as férias!

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Finalizando

Como você viu ao longo do texto, o Museu Oscar Niemeyer é tão grandioso como o nome do seu projetista, sendo uma atração cultural incrível, para adultos e crianças.

Procuramos trazer em detalhes como foi a experiência da visita, para mostrar a você que a visita vale a pena, e que você deve levar em consideração no seu roteiro de viagem.

Agora queremos ouvir a sua opinião. Qual parte você mais gostou de conhecer do Oscar Niemeyer? Deixe abaixo o seu comentário!

Abraço e até o próximo post!

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